Busca e IAs
A CoWork Comunicação faz marcas B2B serem encontradas no Google e citadas como fonte por ChatGPT, Gemini, Perplexity e pelos resumos de IA do Google. Trabalhamos SEO, GEO e imprensa juntos, pela metodologia CoDrive, porque as respostas de IA se apoiam em sites bem estruturados e em veículos de imprensa confiáveis.
Por Renata Soller, cofundadora da CoWork Comunicação. Atualizado em .
SEO (Search Engine Optimization) é o trabalho de fazer o site de uma empresa ser encontrado e bem entendido pelo Google e por outros buscadores, para aparecer nas primeiras posições quando alguém pesquisa um tema ligado ao negócio.
GEO (Generative Engine Optimization) é o trabalho de fazer uma marca ser lembrada e citada como fonte pelas IAs de conversa, como ChatGPT, Gemini e Perplexity. Quando a resposta aparece nos recursos de IA do próprio Google, como os AI Overviews e o Modo IA, o mercado também usa o nome AIO.
As duas frentes dependem uma da outra. O Google afirma que, para os recursos de IA da busca, valem as mesmas boas práticas de SEO, sem otimização especial (Google Search Central). Sem uma base sólida de SEO, a marca dificilmente vira fonte de resposta.
SEO e GEO lado a lado
| SEO | GEO | |
|---|---|---|
| Objetivo | Aparecer nas primeiras posições da busca | Ser mencionado e citado dentro da resposta da IA |
| Onde aparece | Lista de resultados do Google e de outros buscadores | ChatGPT, Gemini, Perplexity, Copilot, AI Overviews e Modo IA do Google |
| O que mais pesa | Conteúdo relevante, site tecnicamente saudável e links de outros sites | Imprensa, conteúdo que responde direto, porta-vozes reconhecidos, presença nas redes e base técnica do site |
| Como medir | Posição, cliques e tráfego orgânico | Presença da marca em um conjunto fixo de perguntas testadas todo mês e fontes citadas pelas IAs |
Quando o comprador B2B fala com um fornecedor pela primeira vez, boa parte da decisão já foi tomada. Segundo a 6sense, 61% da jornada de compra B2B já passou nesse primeiro contato, e 95% dos fornecedores vencedores já estavam na lista inicial do comprador (B2B Buyer Experience Report 2025).
Essa lista é montada cada vez mais em conversas com IAs. Uma pesquisa da G2 mostra que 51% dos compradores de software B2B começam a pesquisa mais vezes por um chatbot de IA do que pelo Google (The Answer Economy, 2026). Quando a marca não aparece nessas respostas, a lista de opções é montada sem ela.
Em mercados B2B, o volume de buscas costuma ser baixo e cada contato vale muito. Por isso o trabalho da CoWork começa pelas perguntas que o seu comprador faz, e não pelas palavras com mais buscas.
O trabalho segue a metodologia CoDrive, que integra imprensa, SEO e GEO. São seis etapas, com medição e ajuste todo mês.
Mapeamos em quais perguntas do comprador a sua marca aparece no Google e nas IAs, em quais não aparece e quem ocupa o seu lugar.
Revisamos o que impede o site de ser lido e entendido: acesso dos robôs de busca e de IA, títulos, estrutura das páginas e dados estruturados.
Organizamos os temas em páginas de serviço, guias e perguntas e respostas, na ordem em que o comprador pesquisa, do problema à escolha do fornecedor.
Produzimos e revisamos conteúdos com resposta direta, definições claras, dados da própria empresa, perguntas frequentes e autoria identificada.
Levamos os mesmos temas para a imprensa e para os porta-vozes, porque as IAs se apoiam em veículos de imprensa para montar respostas.
Acompanhamos ranking, tráfego orgânico e presença em IA, e ajustamos a pauta do mês seguinte.
Nenhuma agência consegue garantir que uma marca apareça nas respostas de uma IA. O que dá para fazer é fortalecer os sinais que essas ferramentas usam para encontrar e confiar em uma empresa, e medir a evolução todo mês.
Mais de 84% das citações das IAs vêm de fontes conquistadas e de terceiros, como matérias de imprensa, segundo levantamento da Muck Rack de outubro de 2026. Por isso, na CoWork, SEO e GEO não ficam separados do trabalho com jornalistas e porta-vozes.
Os casos sob sigilo são de clientes que pediram para não ser identificados. Os números vêm dos relatórios entregues a eles.
Com SEO e GEO no Brasil e no México, a empresa subiu da 24ª para a 5ª posição no Google no principal termo da sua categoria no Brasil, chegou ao 1º lugar no termo equivalente em espanhol no México e somou 598 menções à marca nas respostas de IA no Brasil. Foram 263 conteúdos revisados em três idiomas e estruturados para serem citados por ChatGPT, Copilot e Gemini.
Fonte: Semrush e Adobe Analytics, maio de 2025 a maio de 2026.Em uma concorrência, o prospect contou que, antes do primeiro contato, já tinha pesquisado a empresa no Microsoft Copilot, e que a IA já falava bastante dela. As informações vinham das matérias e dos conteúdos otimizados pela CoWork.
Mais de 350 matérias publicadas, com destaques em Estadão, Valor Econômico e Exame, e o selo Top Voice do LinkedIn para o country manager em seis meses.
Leia o case completo →O diagnóstico gratuito da CoWork leva cerca de 2 minutos: são 10 perguntas de um clique sobre imprensa, conteúdo, porta-vozes, redes e base técnica do site. Você vê a sua faixa na hora e recebe por e-mail a nota por pilar e recomendações práticas.
GEO, sigla de Generative Engine Optimization, é o trabalho de fazer uma marca ser lembrada e citada como fonte pelas IAs de conversa, como ChatGPT, Gemini e Perplexity. Envolve conteúdo que responde direto às perguntas do público, presença em fontes confiáveis, como a imprensa, e informações consistentes sobre a empresa.
O SEO busca levar o site às primeiras posições da busca do Google. O GEO busca fazer a marca aparecer dentro das respostas escritas pelas IAs. As duas frentes se apoiam: o Google afirma que, para os recursos de IA da busca, valem as mesmas boas práticas de SEO.
Sim. As IAs que pesquisam na web partem de páginas que os buscadores encontram e consideram confiáveis, e os recursos de IA do Google seguem as mesmas boas práticas de SEO. Um site bem construído continua sendo a base para aparecer tanto na lista de resultados quanto dentro das respostas.
Não. Nenhuma agência consegue garantir que uma marca apareça nas respostas de uma IA, porque cada ferramenta escolhe as próprias fontes. O que dá para fazer é fortalecer os sinais que essas ferramentas usam, como imprensa, conteúdo e base técnica do site, e medir a presença da marca todo mês.
O primeiro passo é fazer no ChatGPT, no Gemini e no Perplexity as perguntas que o seu cliente faria e anotar quais marcas e fontes aparecem. O diagnóstico gratuito da CoWork mostra, em cerca de 2 minutos, como a sua empresa está nos sinais que mais pesam nessas respostas.
Não é obrigatório: na CoWork, as frentes podem ser contratadas juntas ou separadas. Como as IAs se apoiam em veículos de imprensa para montar respostas, porém, matérias sobre a sua empresa e seus porta-vozes aumentam as chances de citação e reforçam o trabalho feito no site.